sábado, 26 de setembro de 2026

Nervos!

 A T. estava há muitos anos à espera de órgãos para um duplo transplante, fígado e rim. Apareceram, infelizmente para alguem, mas a dar uma esperança renovada à T. e a quem gosta dela. E agora, aqui estamos, em ânsias, à espera de saber tudo e com medo de tudo. Vai correr bem, como se diz nestas ocasiões. Quero tanto que corra. A T. merece!

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Morreu Jorge Palma

 Começou na musica clássica e no jazz. Era um musico de excelência e compôs das mais lindas canções das ultimas décadas. Um poeta de mão cheia. Tudo com Inteligencia Natural (IN). Com Fausto Bordalo Dias, era um dos meus ídolos (digo isto com alguma reserva porque nunca fui de idolatrar) .Admirava-os. E continuarei a admirar. Sempre.


sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Sobre amizades (?)

Eu, não tenho amigos no Facebook. Pedidos quase todos os dias, mas todos rejeitados. Por nada de especial, mas parece-me ridículo que uma relação virtual possa ser relacionada com uma coisa tão séria como a amizade. Em conversa com o V., contei-lhe os meu motivos e ele, que tem dois amigos nessa rede social, disse-me que, na vida real talvez não tenha mais. E acrescentou que é muito selvagem (sauvage, ele é françês) por isso não faz amizades facilmente. Fiquei a remoer aquilo. Não que ache o V. selvagem, até porque ele ainda não sabe falar português e talvez nem fosse essa a palavra que ele queria usar. Mas será que quem tem amigos às resmas no Facebook, no trabalho e vida social, tem, efetivamente, tantos amigos? Ou tem apenas muitos conhecidos, amigos pouco reais, daqueles que o são só de nome? Não teremos todos nós "amigos" desses? E os verdadeiros? Teremos mais que dois como o V? É que se ele tem dois amigos, e eu já lho disse, talvez seja um felizardo. Muitos de nós, talvez tenhamos menos. E nem sabemos!

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Os figos da india...

 ... são como todas as outras coisas boas da vida, difíceis de alcançar. Mas como não desisto perante qualquer obstáculo, até me regalo de lhes ferrar o dente depois de me ver livre daqueles milhões de picos que têm vida própria, GPS e uma pontaria do catano. Ou sou eu que tenho íman para os apanhar (aos picos) mesmo a um metro de distância. Mais uma vez, como em tudo na vida, o que é mais difícil de alcançar sabe, mesmo, muito melhor.