segunda-feira, 2 de março de 2026

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

 "Os amigos não morrem: andam por aí, entram por nós dentro quando menos se espera e então tudo muda: desarrumam o passado, desarrumam o presente, instalam-se com um sorriso num canto nosso e é como se nunca tivessem partido. É como, não: nunca partiram!"

Antonio Lobo Antunes


sábado, 14 de fevereiro de 2026

E depois da tempestade....

 ... vem esta sensação de que tudo se recompôs (que me desculpem os que ainda estão mal). O vento foi soprar pra outro lado, embora ainda mande uns bafos por aqui, a chuva fez uma vénia ao sol, os dias são maiores, o Ventura foi abalroado, a net voltou, a estrada que passa aqui à porta foi reaberta e o nosso ânimo tambem melhorou. Vamos ver por quanto tempo!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Pois é!!!!!

 De repente, voltamos aos anos sessenta (do século passado), sem energia eletrica, sem água em casa, sem internet, sem rede móvel, sem, sem, sem....

Ficou provado que tecnologia, IA e outras merdas, são pó perante a natureza zangada. 

E prova-se tambem, que, há um défice cognitivo por parte de quem nos (des)governa. Prova disso, são, para alem dos valores das ajudas, o modo como está disponível a candidatura a essas esmolas. Como conseguem as pessoas candidatar-se on line, se não têm energia? Isto é gozar com quem teve azar!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Era uma vez....

 ... uma menina de cinco ou seis anos. Morava numa aldeia sem luz eletrica, de ruas escuras mas seguras. Todos se conheciam e de uma maneira ou de outra, todos eram aparentados. Um dia, a menina foi a casa da tia D. já noite escura.  Mesmo escura! Mas a menina conhecia bem o caminho e lá foi, formosa e segura. Na ida pra casa pensou " se está tão escuro, porque vou eu de olhos abertos? vou fechá-los. Vejo o mesmo!". E assim fez. Três passos adiante, estava bater com a cabeça num monte de pedras que o  tio A. tinha em frente a casa pra fazer umas obras. Ora toma! Quem a mandou fechar os olhos?

Ontem, essa mesma menina, já idosa e aparvalhada, pensou fazer o mesmo perante o breu a que a sujeitou uma ventania chama Kristin, com nome finório estrangeiro, talvez soprada por um Adamastor furioso. "Ora se eu não vejo nada de olhos abertos, o melhor é fechá-los!" Com mais anos, mas mais astuciosa, não é que se desenrascou? E até se divertiu.  Sem luz pra ler, sem televisão, sem net e com olhos fechados, voltou a casa dos tios D. e A. mas sem bater com a cabeça nas pedras.

Saudades deles.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 "Hoje, colhi todas as rosas de todos os jardins, e cheguei ao pé de ti de mãos vazias"