domingo, 19 de julho de 2026

Conversa de merda

 Há uns dias que a merda me andava a cheirar mal (ainda pior, leia-se). Assim uma mistura de cheiro a merda com pastilha elástica. Pensei que talvez fosse de comer muitos pêssegos e ameixas. Mas afinal não era nada disso. A novidade era o "cheirinho" do raio do papel de limpar o cu. Mas porque raio o papel tem de ter cheiro, se é pra enfiar no ralo? E de tão enjoativo ainda pode dar vómito. Vou experimentar  papel higiénico preto. Parece que é o preferido do MAI e a ele, cheira-me, não há merda (nem papel, creio) que lhe cheire mal.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Na Figueira da Foz, ...

 


... Papoila mais crescida a caminho da praia olhou pra lonnnnnge e perguntou.

- O que é aquilo?

Eu - São petroleiros, Papoila! Estamos a chegar ao Estreito de Ormuz.

Ela, já tão fartinha de andar, riu-se. Sei lá se não acreditou.

Só quem conhece a Figueira entende isto.

quinta-feira, 2 de julho de 2026

E é isto!

 Eu, que mal sei a diferença entre uma bola e um cubo, que não gosto de futebol (mesmo quando o futebol era um desporto), que fico com caspa durante os europeus e os mundiais, que fico verde só de ouvir o homem a ser jogador, árbitro e espectador tudo no mesmo jogo, euzinha já percebi o que a malta "doutorada" em futebol ainda não percebeu. Oh malta, o futebol já não é um desporto. É uma máfia pornograficamente bilionária. Cristiano Ronaldo já não é um atleta, é uma marca ( e não um deus ou extra terrestre como ele pensa). Uma marca que vale milhões. Ora, perante esta evidência, é obvio que tem que estar na dança do estádio o tempo todo. Porque o que conta são os milhões. E o espanhol, tem que dançar a mesma musica. Senão....olhem o Fernando Santos. Ser cobarde é lucrativo nesta máfia. Gosto de ver os debates entre quem idolatra e quem detesta o tal CR7. Que caga pra todos e segue no seu mundo à parte. 

Hoje, há muita gente a perder a noite por causa disto. 


quarta-feira, 1 de julho de 2026

E era um artista

 Quando morre alguem que de algum modo passou na minha vida, fico com a sensação de que me fica a faltar qualquer coisa. O M. não era consensual, nem sempre fez as melhores escolhas, era resmungão, teimoso, insatisfeito, tinha um sentido de humor muito peculiar, não eramos amigos de beijinhos e abraços, mas, numa época das nossas vidas em que estavamos juntos todos os dias, criámos uma cumplicidade muito especial. Gostava tanto dele. Querido Manolito!

terça-feira, 23 de junho de 2026